domingo, 9 de outubro de 2011

Os Smurfs


Título Original: The Smurfs

Gênero: Comédia
Duração: 90 min.

Origem: Estados Unidos
Direção: Raja Gosnell
Ano: 2011


Domingo. 09 de outubro de 2011. Início da semana das crianças.

Para entrar no clima assisti ao filme “Os Smurfs”. Um desenho que eu adorava quando criança, sim, na década de 1980. Pequenos seres azuis e extremamente alegres, que são como uma família.

Talvez devesse me identificar com a smurfette, a única “menina” do grupo. Mas, estou mais para o Desastrado...

Uma “smurf-semana” das crianças!

Às crianças, divirtam-se!

Aos adultos, resgatem sua espontaneidade!

Para quem não conhece:

Smurfette: originalmente a única Smurf feminina, foi criada por Gargamel como um plano de atrair os Smurfs para uma armadilha, mas Smurfette resolveu ficar para sempre com os Smurfs.

Desastrado: é o que está sempre tropeçando e causando desastres.



sábado, 8 de outubro de 2011

Confiar


Titulo Original: Trust
Gênero: Drama
Lançamento: 2010 (EUA)
Duração: 106 minutos
Direção: David Schwimmer
Atores: Clive Owen, Catherine Keener, Liana Liberato, Viola Davis.



O argumento não é novo – jovem assediada pela internet. Mas, apesar de num primeiro momento parecer que o filme vai cair num “lugar comum” é, em muitos momentos, angustiante ver as situações apresentadas em “Confiar”.

A família tem o que nós (me incluo aqui!), os profissionais psi, recomendamos: uma boa comunicação. O casal cria os filhos num ambiente saudável. Porém, a boa relação com os pais não impede o assédio.

Em seu aniversário de 14 anos, Annie ganha seu computador, pois seus pais acreditavam que ela já era capaz de lidar com novas responsabilidades. Mas, como lidar, na adolescência, com novas paixões e curiosidades?

Annie cai numa das armadilhas dos chats e redes sociais, ambientes comuns dos jovens hoje. Ela acreditava estar conversando com um rapaz de idade próxima a sua. Mas, na verdade, ele é um homem muito mais velho que se aproveita sexualmente dela.

“Confiar” aborda de forma eficaz o perigo na rede.  E, de forma intensa aprofunda a questão do assédio cibernético. Aborda, ainda, o papel da educação dada pelos pais nessa época de fronteiras virtuais.

Por fim, é um filme que quebra algumas teorias, muda nossa forma de trabalhar e ver o mundo.

Prêmio:
Festival de Chicago - 2011
Melhor Atriz - Liana Liberato